Os sentidos, ao evocarem uma dimensão da experiência tradicionalmente considerada ambígua e renegada em outras épocas como instrumento de ascese, hoje, adquire um novo status, e jamais pode ser descartada na intensão de se pensar o homem em sua totalidade. A sensação torna-se o critério da verdade do homem, disso, sem dúvida. É preciso aceita-lo, portanto, em todas as suas dicotomias e ambiguidades. Reflexo de um homem dividido, e por isso mesmo, inquieto, angustiado, mas também que reflete sobre o seu lugar no mundo. Não é possível retornar ao passado e separar os sentidos da razão, a vontade do intelecto. Há uma dimensão erótica na racionalidade que precisa ser evocada. Dimensão que se estende na inesgotável pluralidade de seus objetos sensoriais: É dele que fazemos uso, seja como filosofia, literatura, fotografia e escultura. É a vida levada à sua grandeza.

Sinta-se em casa e aproveite a viagem.

Aqui você experimentará novas cores, sons e ideias.

Superamos o tempo em que pessimismo era moda. É possível ser livre, de maneiras tão diferentes quanto o número de estrelas no céu, e nem por isso chegar a conclusão de que a vida é um caos completo e que a cada homem apenas compete esperar lentamente a sua morte. Acreditamos que a singularidade expressa um tipo de beleza, que diferente da opinião corrente não significa um tipo de mutismo solitário, pelo contrário, coloca nos olhos do outro um permanente interesse pelo que encontra no caminho. Excita!

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